quinta-feira, 30 de maio de 2013

BMW JAZZ FESTIVAL EM JUNHO - SP E RJ

UM GRANDE FESTIVAL DE JAZZ 

                       

Obs. Completando 21 mil acessos aos meus posts hoje, informo aos leitores que passarei a administrar, junto a outros parceiros paulistas, a página "Jazz às Quintas", no Facebook. Minha estreia será na quinta, dia 6 de junho, sobre o quarteto de Pat Metheny, que tocará no BMW Jazz Festival!

   SÃO PAULO – HSBC Brasil

   Programação:

 Quinta-feira, 06 de junho 

PAT METHENY UNITY BAND with Chris Potter, Antonio Sanchez and Ben William

Sexta-feira, 07 de junho 

JAMES FARM: Joshua Redman with Aaron Parks, Matt Penman and Eric Harland
Esperanza Spalding Radio Music Society
Egberto Gismonti e Orquestra Corações Futuristas


Sábado, 08 de junho
Brad Mehldau Trio
Johnathan Blake Quintet
JOE LOVANO and DAVE DOUGLAS QUINTET: SOUND PRINTS
Featuring: Lawrence Fields, Linda Oh and Matt Wilson


SHOW GRATUITO NO PARQUE IBIRAPUERA

Plateia externa - show ao ar livre
Auditório Ibirapuera



Domingo, 9 de junho, à partir das 17h
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Portão 2 - Parque Ibirapuera


RIO DE JANEIRO – Vivo Rio

Programação:

Sábado, 08 de junho 

JAMES FARM: Joshua Redman with Aaron Parks, Matt Penman and Eric Harland Esperanza Spalding Radio Music Society


Domingo, 09 de junho 

Brad Mehldau Trio
JOE LOVANO and DAVE DOUGLAS QUINTET: SOUND PRINTS
Featuring: Lawrence Fields, Linda Oh and Matt Wilson


Segunda-feira, 10 de junho 
PAT METHENY UNITY BAND with Chris Potter, Antonio Sanchez and Ben Williams

sábado, 25 de maio de 2013

NOVIDADES

Sou associada, a partir da semana que passou, de uma empresa de Santa Cruz do Sul, que está abrindo uma filial em Porto Alegre. Entrarei com a minha rede de contatos na parada. Assinei contrato com a Editora da UNISC, também na semana passada, e mais um capítulo de livro estará saindo na metade do ano. Além disso, fui convidada por um cara legal de São Paulo, que domina jazz, para ser uma das cinco administradoras da página semanal de jazz  "Jazz às quintas", no Facebook. Obrigada, Juliano Ajamil.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

22 DE MAIO: OS 200 ANOS DE RICHARD WAGNER

Resolvi escrever hoje sobre um compositor de uma música espiritualmente forte, em seus 200 anos de nascimento: Richard Wagner. Não vou aqui reproduzir dados biográficos, nem tampouco traçar a cronologia de suas composições. Reportar-me-ei à ligação que Nietzsche teve com ele. Aos quase 27 anos, Nietzsche conheceu a música de Wagner (a ópera "Tristão e Isolda" foi encenada em 1865, em Munique), que destacou como uma grande contribuição à renovação da cultura germânica e à introdução do 'drama musical' no cenário de uma música erudita que era tão somente instrumental. O filósofo alemão estudara piano desde tenra idade e a música sempre foi-lhe uma fonte de inspiração permanente para o seu pensamento estético, culminando na escritura de "A Origem da Tragédia". Wagner estudava a obra de Schopenhauer, estava envolvido com a área de Estudos Clássicos e também era versado em Filologia. Ele representava todos os interesses intelectuais que poderiam atrair um jovem filósofo, aspirante a uma cátedra. Há muitos textos, desde artigos a teses de doutoramento, que perscrutam os motivos da amizade fulminante entre ambos e também da violenta ruptura que marcou a fase final da vida perturbada de Nietzsche. Sou suspeita para fazer aqui uma abordagem sobre a relevância de suas ideias para a modernidade, uma vez que me identifico com as críticas que o mesmo destinou aos princípios socráticos e à sinalização de tudo o que o pensamento ocidental perdeu com a cisão entre racionalidade e irracionalidade. No dia 24 de agosto, eu e uma grande amiga, a Lucy Demari, iremos ao Theatro Municipal do RJ assistir à ópera "Tristão e Isolda", com a Orquestra Sinfônica da Petrobras, sob a direção musical e regência de Isaac Karabtchevsky. Mais adiante comentarei as minhas impressões. 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

25 ANOS DE MORTE DE CHET BAKER

Eu não poderia deixar passar em branco esta efeméride, o aniversário de 25 anos de morte de Chet Baker, um dos grandes nomes do jazz internacional, que, além de trompetista, foi também cantor. Estou ouvindo agora o tema "Round Midnight", do álbum "In a soulful mood", em que se ouve um trompete choroso e melancólico. Lindo demais! Dei uma rastreada na imprensa pela WEB e não encontrei nada de significativo sobre a data de hoje. Ele não teve uma vida boa, segura e tranquila, economicamente. Muito pelo contrário, porque seu envolvimento com heroína lhe rendeu muitas prisões e um espancamento sem igual (por não ter pago dívidas contraídas com um cartel de drogas), quando teve de reaprender a usar seu instrumento, já sem uma boa parte dos dentes. Chet Baker tocou no Free Jazz Festival de 1985 - mesmo ano do 1º Rock'n Rio no Brasil, no qual não estive também. Tocou com grandes nomes da música instrumental brasileira no Free Jazz e chegou a gravar depois com Rique Pantoja. Não me esqueço do dia em que ele morreu, justamente em um 13 de maio de 1988, em Amsterdan. He was a icon of his generation!

NOTA DE RODAPÉ E A VISITANTE FRANCESA

Amanhã, escreverei sobre o último longa do coreano Sang-Soo, com a magnífica Isabelle Huppert, que já está em pré-estreia em Porto Alegre. Eu o assisti no Rio de Janeiro há um mês. Após, comentarei o filme israelense "Nota de Rodapé", que conferi hoje no Guion, em Porto Alegre. Até mais!

FESTIPOA E MAIS CINEMA EM PORTO ALEGRE

Estive no FestiPOA no sábado à tarde, para ouvir um debate sobre poesia e uma récita de poemas de Antônio Cícero (RJ), filósofo e poeta, Eucanaã Ferraz (RJ), poeta e autor de literatura infanto-juvenil, e Ricardo Silvestrin, um dos expoentes da poética de Porto Alegre, integrante, com Alexandre Brito, do grupo performático 'Os Três Poetas'. Estava muito interessante o debate, mediado pelo poeta Guto Leite! A vibe da plateia, a maioria formada por alunos do ensino médio, era pulsante! Depois disso, claro, fui ao cinema. Assisti com minha filha ao "Amor Profundo" (The Deep Blue Sea, 2011), de Terence Davies. Rachel Weisz está esplêndida de protagonista desse longa, que se passa na década de 50 em Dublin. Minha filha não o apreciou : achou-o lento e morno. Eu fiquei encantada com sua estética: os primeiros planos eram granulados, fundos embaçados, luz difusa sobre as personagens, poucos diálogos, cenário de estúdio e uma música erudita estridente, dando o fio da meada da dramaturgia para o elenco.