Sempre ouvi dizer, ao nível do senso comum, que apenas pessoas que teriam acesso a um nível de conhecimento muito elevado apresentariam condições de fazer uma escolha pela Meditação. No entanto, não é o que eu tenho aprendido com o meu Mestre: eu até posso promover mudanças em minha visão e atitude, e é o que eu tenho feito, mas a Meditação não é parte de um plano, decorrente do uso legítimo de minha racionalidade. Simplesmente, sem saber explicar a partir de inferências, fui-me aproximando da prática. Do Budismo, eu já estava próxima há muitos anos, até o final de 2008, quando cancelei minha participação em um 'vipasana'! Estou resgatando o que ficou para trás, há quase quatro anos, em uma busca incessante de compreender o que está por detrás dos pensamentos - e de meu sofrimento - e o que é possível utilizar, como técnicas, para alcançar esse 'estado'! Estive mergulhada em momentos de tristeza e de desesperança (o Samsara!!), de outubro de 2011 a junho de 2012, de ordem pessoal. A prática da Meditação, orientada e acompanhada por um Mestre, associada à formação filosófica, tem-me aberto novas perspectivas de entendimento de minha própria vida e de meu entorno, sem falar na serenidade e na alegria, que esses estados têm-me proporcionado. Eu prometi a meu Mestre que, tão logo eu tenha uma forte e paradigmática vivência de Meditação, eu alterarei na página de meu Facebook a autodenominação de "agnóstica" para "espiritualista", como ele já vem sinalizando há semanas! Namaste!