terça-feira, 30 de maio de 2017

TRIP TO EUROPE (MAY 2017): FOUR COUNTRIES

Hi, friends! I got in Brazil! I have many pics to show you. I had been in Paris again (4 days); in Zagreb again (3 days); one week around the croatian beaches (first time) with a great friend, Lucy Demari, by car; in Kotor, Montenegro (2 days); and finally in Sarajevo, Bosnia and Herzegovina (2 days). I was on the ball for that! It were 18 days, on May 5-23. See the pics below:
At Gazi Husrev-beg Mosque, Sarajevo, May 2017.
At Plitvice Lakes National Park, Croatia, May 2017.
On some croatian islands by boat.
With Lucy Demari in Croatia.
Jupiter Temple, Split, Croatia, May 2017.
Roman Arena, Pula, Croatia, May 2017
The Greeting to the Sun, Zadar, Croatia 2017.
Perast's Bay, Montenegro, 2017.
Old Town, Dubrovnik, Croatia 2017.
Kotor's Bay, Montenegro 2017.
Saint Tryphon's Cathedral (from 1166), Kotor, Montenegro 2017.
Kotor's Bay, Montenegro, May 2017.
 That's unreal!



segunda-feira, 29 de maio de 2017

20 YEARS WITHOUT JEFF BUCKLEY (20 ANOS DA MORTE DE BUCKLEY)!

Acordei-me hoje, pensando na perda do guitarrista Chris Cornell, mais uma vez, ocorrida tragicamente na quarta-feira, 18 de maio. Eu estava na Europa e fiquei sabendo rapidamente da notícia pelo Instagram, antes de meus amigos músicos aqui no Brasil. Muito triste o episódio, que envolveu dependência química, depressão e uso abusivo de fármacos. Depois de Lennon e Bowie, mais um de meus ídolos deixou de existir - e Cornell ainda tinha muito o que nos legar. Lembrei-me que hoje faz exatos 20 anos que o jovem e talentoso músico estadunidense Jeff Buckley foi-se, após um banho de rio, num afluente do Mississipi. Sou apreciadora tardia de sua música. Ouvi somente algumas canções em 2012, pelas mãos de uma ex-aluna da universidade, que era apaixonada pela sua voz e pela qualidade poética de suas composições. Depois disso, fui procurar seu álbum "Grace", que é espetacular e sigo o ouvindo nesses cinco anos. Sua voz traz uma dimensão atávica, pois seu pai fora também músico e intérprete. A qualidade poética de suas letras não condiz com a pouca idade que tinha até sua morte; suas letras são extemporâneas. Ouçam especialmente as canções do álbum que o consagrou, "Grace". R.I.P, Jeff and Chris! Até mais!





terça-feira, 14 de março de 2017

LA VALLETTA: EM HOMENAGEM AO "AZURE WINDOW" (DESAPARECIDO)!

Estive em La Valletta em fevereiro de 2016. Faz, portanto, 13 meses. Acabei não fazendo uma postagem sobre o meu passeio na capital da República de Malta. Na terça passada, dia 7 de março de 2017, uma notícia triste correu o mundo: aquele lindo portão de pedra (Azure Window) sobre o mar, que serviu de locação para vários filmes, inclusive para a série Games of Thrones, sofreu um colapso e caiu. Eu não estive em Gozo, ilha na qual estava a Azure Window (as outras ilhas do arquipélago são desabitadas por conta de armamentos bélicos remanescentes da Segunda Guerra Mundial, que ainda jazem por lá). Abaixo, a Azure Window (Google):


Em função disso, resolvi escrever sobre La Valletta. Fiz um bate-e-volta, saindo de manhã bem cedo da Catânia (Sicília) em um voo de apenas 28 minutos à capital da península de Malta. Retornei à Catânia em um voo às 20h. Portanto, permaneci em La Valletta exatamente 12 horas, o suficiente para conhecer o mais relevante, historicamente.

No século XVI, os Cavaleiros de São João de Jerusalém (também conhecidos como Cavaleiros da Ordem de Malta) instalaram-se na ilha. Continuavam em guerra com os otomanos, que, em 1565, atacaram Malta. Esse episódio é chamado de "O Cerco de Malta", que resultou na derrocada dos turcos otomanos com os valiosos reforços vindos da Sicília. Os cavaleiros fixaram-se, então, em um pequeno porto natural, que mais tarde passou a se chamar La Valletta.

Abaixo, algumas fotos do centro histórico de La Valletta:

Há quatro pontos turísticos imperdíveis em La Valletta: o Museu Nacional de Arqueologia (na Republic Street, bem na rua principal); o Museu da Segunda Guerra Mundial (ao final da Republic Street); um grande sino de bronze, na cidade histórica, inaugurado em 2015, por ocasião dos 70 anos do final da Segunda Guerra Mundial, em homenagem aos militares que morreram lutando; e, por fim, a indicação mais importante: a Saint John's Cathedral (denominada de "co-catedral")! Simplesmente de tirar o fôlego!
O museu arqueológico é fundamental para compreendermos o solo primitivo do arquipélago, que apresenta monumentos megalíticos e muitos artefatos pré-históricos conservados. Vejam as fotos:
O Museu da Segunda Guerra Mundial foi muito instrutivo para mim, que estava à procura de informações mais precisas sobre a 'Operação Husky', em 1943, que invadiu a Sicília e resultou na retirada da Itália do Eixo, na Segunda Guerra Mundial. Isso enfraqueceu o III Reich, na sequência. Abaixo, apresento algumas fotos feitas dentro das salas do museu, instalado no antigo Fort Saint Elmo:
Por fim, a Catedral de São João (Saint John's Cathedral) e suas capelas construídas pelos Cavaleiros de Malta com ouro e muitas pedras preciosas. Fui até a catedral especialmente para ver duas telas de Caravaggio, que viveu por um curto período em La Valletta, antes de morrer. São elas: "A decapitação de São João Baptista" (um mural de 1608), em imagem do Google, uma vez que fotos eram proibidas na sala especial em que se encontrava. 
E a tela, em menor dimensão, denominada "São Jerônimo Penitente" (1606). A seguir, a reprodução da tela pelo Google:
Para se ter uma ideia da suntuiosidade e riqueza da catedral, vejam as fotos a seguir:

Visitem La Valletta! É um passeio cultural maravilhoso! A capital é patrimônio mundial da UNESCO. Deixou de ser colônia britânica há pouco mais de 40 anos. Assim, todos falam a língua inglesa por lá. Até a próxima!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

'EU NÃO SOU O SEU NEGRO" - documentário que concorre ao Oscar 2017

Bons filmes estão em cartaz em Porto Alegre. Pude assistir a vários, especialmente, aos que concorrem a um prêmio no Oscar 2017. Eu recomendaria, em primeiro lugar, o documentário de Raoul Peck, 2017, "Eu não sou o seu negro" (I'm not your negro), produção americano-franco-belga-suíça. O documentário é baseado no livro inacabado de James Baldwin, que relataria a morte de três de seus amigos negros americanos: Medgar Evers (assassinado em 1963), Malcom X (assassinado em 1965) e Martin Luther King Junior (assassinado em 1968). Com a morte de Baldwin, o manuscrito passou às mãos de Raoul Peck. Este documentário é muito relevante para quem se interessa pela história recente da segregação racial nos EUA. Está concorrendo ao Oscar de Melhor Documentário em longa-metragem. Peck é haitiano nascido em 1953. Dirigiu, entre outros, os longas "Lumumba" (2000) e "Abril Sangrento" (2005). Segue abaixo o cartaz do documentário! Não percam!