domingo, 21 de fevereiro de 2016

SICÍLIA, MINHA ILHA QUERIDA!!!!! (parte 1)

Já se passaram dez dias que voltei de viagem, mas as lembranças ainda irrompem fortes em minha memória! A viagem à Sicília e a Malta deixou saudades dentro de mim, especialmente à Sicília. Sou descendente de italianos da região da Reggia Calabria (Piscopio, Catanzaro). Meu pai sempre me alertou que eu teria primos em Lido di Ostia e em Palermo. Hoje, 21 de fevereiro, é o dia em que se comemora a imigração italiana para o Brasil. Aqui no Rio Grande do Sul, já são 140 anos. Assim, minha viagem foi muito afetiva, repleta de um sentimento de familiaridade! Iniciei o tour por Palermo. Não permaneci em Roma. Cheguei no aeroporto de Fiumicino e, claro, perdi a conexão para Palermo. Consegui um outro cartão de embarque e aguardei até às 10h do dia 1º de fevereiro de 2016. Com todo o respeito, achei o aeroporto de Roma uma bagunça! Ele está em obras, parece que ninguém se entende e é gente do mundo inteiro por lá... Claro que minha mala foi perdida entre o primeiro voo e o segundo para Palermo. Só na terça-feira, dia 2 de fevereiro, voltei ao aeroporto de Palermo e a resgatei. Retomando, eu estava exausta no aero de Roma, aguardando a segunda tentativa de ir a Palermo direto. Foi uma hora de voo e sentei-me na janela. O cansaço era tanto que nem fiz fotos da imagem da bela ilha do alto. O nome antigo de Palermo é 'Panormus'. Fui conhecer depois as ruínas de uma residência romana com esse nome. A palavra significa "grande ancoradouro". E foi mesmo um ancoradouro natural para os fenícios, que habitaram a ilha, depois os gregos, os romanos, os árabes e os normandos. Nunca vi uma arquitetura tão eclética! É impressionante a mistura de estilos: bizantino com dórico; normando com árabe. Aprendi bastante lendo, visitando e fazendo amizades com os sicilianos. Destaco um novo amigo, Camillo Guarneri, que muito me falou da capital, dos palermitanos e do solo primitivo da cidade. Muito grata, a ti, Camillo! Seguem, abaixo: foto da saída do aeroporto de Palermo; as ruínas da residência romana de Panormus, segunda e terceira; eu e o Camillo fazendo um passeio a Monreale (até a Catedral de Monreale, pertinho de Palermo) e, na última, vista de Palermo da estrada que dá acesso a Monreale.




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