domingo, 24 de abril de 2011
A MÍMESE NO FUTEBOL!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
HABERMAS, O CONSENSO E O ULTRACONVERSADORISMO
Tenho recordado, a partir do caso ‘Jair Bolsonaro’, dono de um discurso ultraconservador, da Teoria do Consenso, de Jürgen Habermas. Esse importante intelectual alemão, ainda vivo, e remanescente dos círculos da Escola de Frankfurt, que impulsionou inúmeros pensadores de envergadura, defende que haja limites ao uso legítimo da racionalidade. Em outras palavras, em nome da mesma, consolidaram-se experiências totalitárias, que, justamente, legitimaram a dimensão do ‘consenso’, na contramão da pluralidade de vozes da sociedade.
Retomando o ‘caso Bolsonaro’, não bastasse suas últimas manifestações públicas na imprensa, de teor reacionário, ele voltou a criticar na imprensa o Programa Nacional de Direitos Humanos, defendido pela ministra Maria do Rosário, que esteve na UNISC na noite de quinta-feira passada, arrebatando uma multidão, que lá estava para ouvi-la.
O que me preocupa é que, a despeito do desserviço público e da falta de postura e responsabilidade políticas de Jair Bolsonaro, ele foi empoderado na Câmara de Deputados, em Brasília, por uma parcela da população carioca, que se identifica com seu discurso e posicionamento políticos e se sente representada por seus atos. Sim, a mesma população carioca que clamava pelo fim da barbárie do tráfico de drogas nas favelas do RJ e que, justificadamente, apoiaria a agressão a gays na Avenida Paulista, em SP, capitaneada por um discurso do tipo apregoado pelo tal deputado.
sábado, 16 de abril de 2011
A FILOSOFIA COMPLICADA OU A COMPLICAÇÃO DA FILOSOFIA
10 ANOS SEM O JOEY RAMONE!
terça-feira, 5 de abril de 2011
UM REI GAGO E O RÁDIO
No final de semana, fui assistir ao filme “O discurso do rei”, lançamento da última temporada. Com direção de Tom Hooper, o longa apresenta um roteiro original, que lhe rendeu prêmios da indústria cinematográfica, a exemplo daqueles arrebatados, na primeira quinzena de fevereiro, da British Academy of Film and Television on Arts – a BAFTA, que funciona como um indicador para o Oscar, que ocorreu em 27 do mesmo mês.
Já na entrega do Oscar, o mesmo foi laureado com quatro importantes estatuetas: melhor filme, roteiro original, ator e diretor. O prêmio de melhor ator foi justamente levado pelo ator britânico Colin Firth, que já havia levado também o BAFTA de melhor ator em 2010 e em 2011, consecutivamente.
Na pele de um rei inseguro e temeroso, diante da iminência de uma segunda guerra e da ascensão galopante do Nacional Socialismo, George VI assume a vaga de seu irmão Edward, que renuncia ao trono em 1936. Além de suas idiossincrasias e do fato de que substituiria um rei, não por motivo de morte ou de doença severa, ele tinha um agravante: uma gagueira acentuada.
Na busca incansável de tratamento, sua esposa recebe recomendações de um especialista, que, se descobre ao final do filme, nem médico titulado é. Esse especialista, brilhantemente vivido pelo ator australiano Geoffey Rush, passa a tratar diariamente o Rei, frequentando o palácio e tornando-se amigo pessoal de George VI pelo resto da vida.
Não obstante a atuação impecável de Colin Firth e a magnitude do performance de Geoffrey Rush, o longa revela um aspecto muito importante afeito à área da comunicação social, que é o advento da radiodifusão. Os momentos de tensão do filme estão, inexoravelmente, ligados à ansiedade que acomete o Rei, na expectativa de falar na rádio oficial da monarquia britânica, sobretudo no momento em que a Inglaterra entra na Segunda Guerra Mundial.
Parodiando Brecht, que era vivo ainda quando do florescimento da radiodifusão no mundo, “um homem que tem algo para dizer, e não encontra ouvintes, está em má situação. Mas está em pior situação ainda os ouvintes que não encontram quem tenha algo a lhes dizer”.
O Rei George VI histórico tinha o que dizer a seu povo, em uma demonstração de autocontrole, autossuperação e disciplina. Assistam ao filme. Vale a pena!
terça-feira, 29 de março de 2011
ANGELINA JOLIE E A PREOCUPAÇÃO COM OS REFUGIADOS
Desde 2001, a atriz norte-americana Angelina Jolie é ativista e Embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas – ACNUR. Acabei entrando na página oficial do próprio ACNUR para checar as notícias mais recentes.
Temos alguém bem próximo a nós, no RS, que também é Embaixador da Boa Vontade do ACNUR, o cantor uruguaio Osvaldo Laport, que pouco espaço em espaço na mídia, sendo quase totalmente desconhecido dos gaúchos.
Ontem, dia 28 de março, 4 mil egípcios – que constituem a maioria dos refugiados da Líbia –, foram repatriados pelo governo provisório egípcio. A Tunísia já recebeu mais de 80 mil refugiados; parte deles está sendo trasladada para o Egito por aviões especialmente fretados pelo governo para a migração.
A recente migração forçada dos líbios acabou por retirar de cena o problema dos refugiados da Costa do Marfim, Oeste africano, que, desde novembro de 2010, têm se deslocado para a Libéria, fugindo de uma iminente guerra civil no país. A Libéria está à beira de um colapso, uma vez que já recebeu mais de 70 mil marfinenses.
Segundo a página da ACNUR na WEB (www.acnur.org), em Português, o Brasil possui 4,5 mil refugiados, sendo que desse total 64,5% são de origem africana. Na semana passada, o Ministério Público do RS promoveu um evento intitulado I Seminário de Proteção e Integração de Refugiados para celebrar os 60 anos da Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951, o 50º aniversário da Convenção para a Redução da Apatridia (1961) e os 150 anos do nascimento de Fridtjof Nansen, o primeiro Alto Comissário para refugiados da Liga das Nações - datas que estão sendo comemoradas pelo ACNUR em todo o mundo.
Residem hoje no RS 165 refugiados, em sua maioria colombianos e palestinos. Entrem na página da ACNUR na WEB e acompanhem a problemática dos refugiados do planeta. A solidariedade é a moeda corrente de todos os envolvidos com essa questão.
terça-feira, 22 de março de 2011
20 ANOS SEM HERBERT CARO
Herbert Moritz Caro foi um grande intelectual e tradutor. Nasceu na Alemanha, viveu em Berlim e de lá fugiu com sua esposa Nina, vindo parar em Porto Alegre, fugidos do nazismo, por conta de sua ascendência judaica.
Quando eu ainda trabalhava no saudoso Instituto Cultural Judaico Marc Chagall, em Porto Alegre, no ano de 1995, tive contato com algumas cartas que Herbert Caro trocou com ilustres personalidades que traduzia. O acervo do Instituto guardava parte de seu espólio.
No dia 1º de janeiro de 1995, o extinto ‘Caderno Mais’, da Folha de São Paulo, publicou uma reportagem escrita por mim, em um suplemento especial, sobre a relação de amizade entre Herbert Caro e Erico Verissimo, ambos tradutores da saudosa Livraria do Globo, nos anos 50, além de um estudo de algumas cartas, que faziam parte do espólio de Caro. A reportagem foi assinada por mim e pela Prof. Márcia Ivana de Lima e Silva, da UFRGS, à época doutoranda na PUC/RS e pesquisadora do Acervo Literário de Erico Verissimo, administrado pela essa instituição.
Também em 1995, a Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre resolveu publicar um livro em homenagem a Herbert Caro, um Caderno Porto & Vírgula, que havia falecido em Porto Alegre em 1991. Alguns escritores gaúchos, como Moacyr Scliar e Fernando Verissimo, enviaram-me as suas contribuições à publicação.Fui, então, a organizadora de tal volume.
Integrando os estudos publicados e as homenagens, o Museu Judaico, que pertencia ao Instituto Cultural Marc Chagall, inaugurou uma exposição fotodocumental sobre Herbert Caro, em outubro de 1995, intitulada “Um berlinense em Porto Alegre”.
Já em 2006, por ocasião da efeméride do centenário de nascimento de Herbert Caro, o Instituto Goethe organizou um colóquio em suas dependências. Os anais das comunicações e depoimentos estão compilados na Revista Contingentia, de maio de 2007.
Amanhã, dia 23, todos os que leram alguma tradução de Caro, como os livros de Thomas Mann ou de Elias Canetti, lembrar-se-ão de seus 20 anos de falecimento de câncer em Porto Alegre. Que viva para sempre na memória dos gaúchos que o acolheram e que suas traduções sejam eternizadas por seus novos leitores.
sábado, 12 de março de 2011
OS 200 ANOS DE MORTE DE KLEIST
Observei ainda em Frankfurt, início de minha viagem de férias pela Alemanha, o seguinte: na primeira livraria em que entrei, vi as obras do dramaturgo Heinrich von Kleist destacadas em uma bancada, por conta dos 200 anos de sua morte, ocorrida por suicídio, na beira do lago Kleiner Wannsee, em Berlim, em novembro de 1811.
Já em Berlim, li que o grupo teatral Maxim Gorki apresentará a montagem de todos os oito dramas de Kleist, ao longo de 2011. Seu diretor geral, Armin Petras, descreveu o dramaturgo como uma figura moderna, fragmentada. “Esse tipo de biografia despedaçada – que sempre começa algo de novo, fracassa e tenta a próxima coisa – é, de fato, algo que, de súbito, ganha uma nova virulência em nossa época” (fonte: Deutsche Welle).
A obra de restauro do túmulo de Kleist, que a prefeitura de Berlim vai administrar neste ano, expõe a trajetória do autor que cometeu suicídio em 21 de novembro de 1811, através de placas informativas que explicarão, por exemplo, o porquê da atual lápide. Em 1941, o governo nacional-socialista, em uma tentativa de instrumentalizar a vida e a obra de Kleist, substituiu o epitáfio original – “Ele viveu, cantou e sofreu / em tempos tristes e pesados, / procurou aqui a morte / e encontrou a imortalidade” – por uma citação de uma peça de Kleist, O príncipe de Homburg: “Agora, ó imortalidade, és toda minha”.
Iniciado o Ano Kleist, na Alemanha, penso que é uma ótima oportunidade de ler (ou reler) alguma peça desse dramaturgo. A que conheço – e recomendo - para encerrar minha crônica é “A marquesa de O”, além do brilhante ensaio “Sobre o teatro de marionetes”.
quarta-feira, 2 de março de 2011
BERLINALE
Caros leitores, estou de volta! Minha viagem foi excelente e muito estimulante, culturalmente. Estive em seis cidades alemãs e, especialmente, em Berlim, por ocasião do Festival de Cinema de Berlim, o “Berlinale”, em sua 61º edição: realização de sonho.
Um amigo nosso que faz doutorado em Sociologia na Universidade Livre de Berlim, o Airton Mueller, enfrentou uma fila enorme, dentro de um shopping, no qual estava montada a estrutura comercial do Berlinale. Estivemos na sessão do filme argentino “El Prêmio”, da diretora e roteirista Paula Markovitch, sobre os argentinos que não pactuavam com o regime militar e, por isso, eram obrigados a viver, clandestinamente, no litoral ou no meio rural.
O filme é delicado, sua fotografia é impecável e a trilha é condizente com seu ritmo lento! Alguns jovens alemães, que estavam sentados na fila logo atrás de nós, ficaram impacientes e se retiraram quando os créditos começaram a se movimentar. A maior parte da enorme plateia do teatro permaneceu em seus assentos e aplaudiu a produção, que estava participando da competição oficial.
Não consegui assistir ao novo documentário de Werner Herzog, “Cave of the Forgotten Dreams”, em 3D, nem ao último filme de Wim Wenders, “Pina”, em 3D, sobre sua amiga falecida, a famosa coreógrafa Pina Bausch, que esteve em Porto Alegre em um “Porto Alegre em Cena”.
O “Berlinale Palast”, o palácio do festival, lembrou-me o de Gramado: cheio de luzes, tapete vermelho e tietagem. A diferença é que o frio em Berlim estava pegando, quando lá chegamos em 10 de fevereiro, primeiro dia do festival.
Tanto na abertura oficial, quanto na noite de premiação, o diretor do Festival colocou uma cadeira vazia para chamar a atenção do mundo para a ausência de um dos membros do júri, Jafar Panahi, diretor iraniano de prestígio no Ocidente, preso no Irã por força de sanções contra a sua cinematografia.
Curiosamente, o ‘urso de ouro’ do Berlinale foi outorgado a um filme iraniano, do diretor Asghar Farhadi. Na próxima coluna, comentarei os prêmios da edição do Oscar 2011.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O NOSSO SCLIAR SE FOI...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
HAMBURG
Amanha iremos para Colonia Um beijo a todos!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Hoje fomos visitar nosso ultimo museu: o GemaldeGalerie, um museu apenas de telas a oleo.
Vi oito telas do Durer, que eu aprecio demais e uma colecao de italianos renascentistas bem significativa.
O Rafael foi para a Universidade Livre de Berlim. Ele foi conversar com um figurao da area de Historia. Estou aqui no Hostel, fayendo tempo, porque esta muito frio na rua. Fay zero grau agora, 14h. Imaginem mais tarde!
Temos um encontro com o Airton e a Mabel mais tarde, para nos despedirmos deles.
Amanha, iremos para Hamburg, para conhecer a cidade e visitar um primo do Rafael.
Grande abraco a todos! Estamos adorando e nos divertindo muito!
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Cinco dias em Berlim...
Para a alegria do Rafael, hoje nevou durante toda a manha, bem fraquinho, mas estava fazendo um grau. Muito frio!!!!!!!
Fui ver a colecao egipcia da Neues Museum. Magnifica e quase do mesmo nivel da colecao do Louvre. No final do dia de hoje, ja a noite, entramos em um centro de documentacao chamado "Topografia do Terror" para conhecer mais os aspectos estrategicos do bunker de Hitler em Berlim e todo o aparato administrativo-burocratico desta cidade. Impressionante! O campo de concentracao daqui nao fica longe. Se der, o Rafael ainda ira la na quarta. Amanha, iremos visitar a cidade de Postdam e o castelo de verao de Frederico I, o Grande. Na terca, o Rafael tem uma visita a Universidade Livre de Berlim. A noite, vamos sair com o Airton e a Mabel, novamente (amigos de Santa Cruz). Um beijo a todos! Escrevam comments para nos. Amanha eh o Valentine s Day aqui. Ja ganhei umas luvas de pelica lindas do Rafael. Ate!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
BERLINALE
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
BERLIM NO FESTIVAL DE CINEMA, BERLINALE
Chegamos ontem a Berlim. O tempo aqui nao estava legal ontem, amanheceu chovendo, mas melhorou muito a tarde. Fomos visitar os Museus da antiga DDR e o maravilhoso Pergamon.
Um abraco!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
AINDA SOBRE PRAGA
Depois, o mais importante. Nao troquem mais grana em cambios. Um brasileiro ontem nos falou que temos de usar apenas cartao, debito ou credito, em Praga. Dai nao fica tao caro para o nosso bolso.
Deem um retorno. Agora vamos a Dresden por um dia. Amanha seguiremos para Berlim, por uma semana.
Um abraco a todos!
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
SOBRE PRAGA PARA OS AMIGOS QUE ESTAO NA EUROPA
Obrigada pelos posts. Eu nao sabia que tu, Thais, estaria com o Marco nesta viagem.
Bem, Praga eh divina, mas over priced! Ja sao cidades de 23 paises que conheco, contando agora Praga. So que os butias cairam do bolso com os precos praticados aqui. Os guias ja diziam que aqui os valores sao over priced, mas eh muito para nos.
Tres diarias em Hostel na rede, na Rua Narodni (vejam pelo Googel), bem centralizado, custam 3600 coroas tchecas (225 euros). Os cambios pagam nada mais que 16 coroas por um euro. Entao, eh caro para nos. Consegui pagar ate agora as diarias de hostel no VISA. Estamos comendo pouco aqui, porque dois baguetes no Subway custaram o olho da cara, quase 20 euros para nos dois, com um refri apenas.
Saiam da estacao central de trem e ja troquem uns 30 euros. Depois, comprem em uma maquininha amarela um tiquet para o trem, que passa na frente da mesma. O tiquet deve ser o primeiro item (full price). Eh dificil de sacar as coisas em tcheco, mas eh so falar em ingles, com o pessoal na rua que todos nos ajudam. Para chegarem aqui neste hostel peguem o trem numero (, que passa a uns metros na entrada no hostel, que fica no primeiro andar de um predio na Rua Narodni. Barbada, voces conseguirao.
Entrem na paginado hostel, pelo Google, e enviem um email, fazendo a reserva, como falei, em quarto duplo, com WC fora do quarto.
Nao tem cafe da manha incluido. Terao de comer algo na rua.
Em dois dias, voces conseguirao ver o importante, como passear pela area do distrito do castelo (nao tem castelo para visitar)! Comprem um ingresso combinado para visitar o Old Royal Palace, a Basilica de St. George e um outro predio do complexo. Caminhem bastante pela antiga Prefeitura, a Old Town, e depois pelo bairro judaico. E era isso! Nao da para entrar nos museus, com excecao do Museu do Comunismo, que priorizamos. Marco, tu nao podes deixar de ir la.
Um beijo, amigos! Enviem comments ou qualquer outra pergunta.
Ate o proximo post.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Heidelberg e Praga
Corrigi os erros do segundo post. Desculpem-me.
Chegamos em Praga as 19h. Nao faz muito frio, a noite esta linda e uma lua crescente nos abencoa.
Ja fizemos o check in no hostel bem no centro da cidade.
So chegamos aqui por falarmos ingles, senao nao daria mesmo.
Um grande abraco a todos. Ainda nao conseguimos fazer o download das fotos. Nos hostels nao da.
Ate mais!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Ainda em Frankfurt
O Rafael ficou no hostel arrumando a mochila porque amanha saimos de Frankfurt, rumo a Heidelberg. Voltando ao Museu, ele era grande com muitas salas de fosseis marinhos. O que me interessava mesmo era ver o acervo de fosseis de T-Rex e dinonassauros. O saguao central, logo na entreda, apresentava varios deles. Muito legal! Na volta, pela mesma linha de metro, comi uma fatia de pizza da Pizza Hut e saimos para caminhar mais um pouco pelo centro. La encontramos um grupo de uns 15 egipcios, manifestando-se pela saida de Mubarack do poder e pela liberdade do povo deles. O Rafael conversou com um do grupo, que explicou em ingles o motivo da causa dos egipcios. Eh isso! Amanha, faremos uma viagem bonita de trem ate Heidelberg, a 50 min daqui, com o nosso passe de trem, o Saver Flexy Pass.
Tania, amanha, peco-te que facas as operacoes na minha conta. Mi, tudo bem ai, filha?
Jana, posta algo para mim, criatura! Te escrevi varias vezes. Agora eh a tua vez. Um abracao a todos. Valeu Tania e Koehler pelos comentarios. Ate mais!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
De Frankfurt
Bem, senti-me uma idiota por nao ter vindo passear antes na Alemanha. Saimos na boa do aero de Frankfurt, pegamos um shuttle ate o terminal de metro, descemos na enorme Hauptbanhof e pegamos um onibus ate chegarmos ao hostel as 18h de ontem, quarta. Foram, portanto, quase 30 h entre a saida de S. Cruz e o check in no hostel, que eh grande, limpo e lotado de brasileiros (fazendo barulho, falando alto e rindo exageradamente!).
Hoje, fomos a Casa de Goethe, ao Museu Arqueologico, a uma exposicao sobre Schopenhauer e ao Museu de Arte Moderna. Almocamos por um valor razaovel e fizemos compras em um market para o rango da noite: jamon serrano, brie alemao, vinho frances e chocos alemaes. Tudo por 13 euros para dois.
Amanha iremos visitar Schopenhauer, meu amado, no tumulo, e iremos ao Museu de Historia Natural, porque eh o maior da Alemanha.
Aguardem, sabado, noticias de Heidelberg.
Um beijo e um abraco a cada um de meus amigos, filha, genro e irmas. Te mais!