sexta-feira, 24 de junho de 2011
UM POEMA DE DESPEDIDA
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Sobre o longa "Black Swan"
quarta-feira, 8 de junho de 2011
SABEDORIA
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A MORTE DE MEU CELULAR!
DE VOLTA AO BLOG!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
A MAIS TENEBROSA HERANÇA DA GUERRA
A semana que passou foi atípica, do ponto de vista da imprensa internacional: casamento real na Grã-Bretanha e o clássico ti-ti-ti sobre o vestido da noiva e seus convidados; processo de beatificação do falecido Papa João Paulo II e relatos dos milagres concedidos; bombardeio da OTAN sobre residência familiar de Kadafi, na Líbia, e a possível perda de um filho e netos. Aqui na América do Sul, soubemos do falecimento do escritor argentino, Ernesto Sabato, último da linhagem dos grandes escritores, na iminência de completar um centenário de nascimento.
Já se falou e se escreveu sobre tudo isso; no entanto, li uma reportagem sobre um tema que a imprensa ainda não noticiou com profundidade. É um tema delicado e violento, mas os cidadãos têm o direito de saber da peculiaridade de suas conseqüências: o estupro em massa e abusos sexuais cometidos em tempos de guerra contra mulheres e crianças. Ainda que se saiba, a partir de evidências, dos abusos cometidos na Segunda Grande Guerra, na Guerra dos Balcãs, de parte de soldados sérvios contra mulheres civis croatas, e no cenário intolerável de violações contra cidadãos no Iraque, é o horror da violência sexual ocorrida também na Líbia, protagonizada pelo exército do ditador Muammar Kadafi, que eu gostaria de trazer à baila.
Há denúncias de entidades de direitos humanos de diversos países sobre estupros e investidas contra crianças líbias, com a dimensão de tática militar. Somente no século XX, a violência sexual tornou-se crime, contemplada pelo Tribunal Penal Internacional de Haia. Quanto tempo ainda levará para que as milícias de Kadafi sejam julgadas por crimes contra a humanidade?
A diretora executiva da ONU Mulheres, a ex-presidente chilena Michelle Bachelet, afirmou há 15 dias atrás na imprensa que a ONU não possui dados precisos sobre a situação das mulheres no Norte da África, especialmente na Líbia. Contatos com a Cruz Vermelha Internacional e com a ONG Médicos Sem Fronteiras são mantidos, permanentemente, mas não se tem um panorama com números e relatos confiáveis acerca da violência contra as mulheres líbias.
Da mesma forma, a Unicef tem pedido, reiteradamente, através da imprensa internacional e das ONGs comprometidas com os direitos das crianças que esses sejam respeitados nas áreas de confrontos, conforme prescrevem os tratados internacionais ratificados pelos estados-membros.
A busca de informação é uma maneira pró-ativa de estarmos participando da luta contra a violência sexual e os abusos de todas as ordens cometidos contra os povos do Oriente Médio e dos países africanos nos episódios bárbaros, que tanto envergonham, moralmente, governos e cidadãos.
sábado, 30 de abril de 2011
MURIÓ ERNESTO SABATO HOYEN BUENOS AIRES
El fallecimiento se produjo en su casa de Santos Lugares. Notable autor y ensayista, escribió "El túnel" y "Sobre héroes y tumbas", entre otras obras clave. Fue titular de la Conadep tras el regreso de la democracia. En 1984 había recibido el Premio Cervantes, el más importante de la literatura en español (El Clarín, 30.04.11).
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A MORTE DE SRI SATYA BABA
No domingo de manhã, li uma notinha de uma amiga, em minha página do Facebook, anunciando o falecimento do mais reverenciado líder espiritual indiano, Sri Satya Baba, aos 84 anos, em sua cidade natal, Putaparthi. Fiz uma busca na WEB dos jornais internacionais para ler sobre o ocorrido.
Baba já estava internado há várias semanas, por problemas respiratórios e outras complicações que resultaram na falência múltipla de órgãos. Seu corpo ficará exposto para visitação pública por alguns dias, até o ritual funerário. A Polícia municipal redobrou a segurança pública, uma vez que o prognóstico é de consternação geral dos indianos e estrangeiros, nos próximos dias, que cultuavam sua liderança espiritual.
Satya Baba ficou famoso nos anos 70, especialmente nos EUA, durante a contracultura e o movimento hippie. Atribuíam a ele habilidades especiais, como a telecinese, ou seja, a capacidade de movimentar objetos materiais no ar.
A organização social, que levava seu nome, e movimentava milhões de dólares em doações, gere importantes projetos educacionais e sociais na Índia, construindo escolas, hospitais e clínicas para as populações pobres. Não obstante reunir seguidores de mais de 100 países, Baba era vítima de perseguição de parte de ex-seguidores, que o denunciaram de fraudes e de abusar sexualmente devotas. O fato é que nunca se formalizou um processo definitivo contra ele na Índia.
O Primeiro-Ministro, Manmohan Singh, descreveu sua morte como uma perda irreparável: “ele foi um líder espiritual, que inspirou milhões a estabelecerem uma vida moral e repleta de sentido (sítio da BBC em 25.04.2011).
domingo, 24 de abril de 2011
A MÍMESE NO FUTEBOL!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
HABERMAS, O CONSENSO E O ULTRACONVERSADORISMO
Tenho recordado, a partir do caso ‘Jair Bolsonaro’, dono de um discurso ultraconservador, da Teoria do Consenso, de Jürgen Habermas. Esse importante intelectual alemão, ainda vivo, e remanescente dos círculos da Escola de Frankfurt, que impulsionou inúmeros pensadores de envergadura, defende que haja limites ao uso legítimo da racionalidade. Em outras palavras, em nome da mesma, consolidaram-se experiências totalitárias, que, justamente, legitimaram a dimensão do ‘consenso’, na contramão da pluralidade de vozes da sociedade.
Retomando o ‘caso Bolsonaro’, não bastasse suas últimas manifestações públicas na imprensa, de teor reacionário, ele voltou a criticar na imprensa o Programa Nacional de Direitos Humanos, defendido pela ministra Maria do Rosário, que esteve na UNISC na noite de quinta-feira passada, arrebatando uma multidão, que lá estava para ouvi-la.
O que me preocupa é que, a despeito do desserviço público e da falta de postura e responsabilidade políticas de Jair Bolsonaro, ele foi empoderado na Câmara de Deputados, em Brasília, por uma parcela da população carioca, que se identifica com seu discurso e posicionamento políticos e se sente representada por seus atos. Sim, a mesma população carioca que clamava pelo fim da barbárie do tráfico de drogas nas favelas do RJ e que, justificadamente, apoiaria a agressão a gays na Avenida Paulista, em SP, capitaneada por um discurso do tipo apregoado pelo tal deputado.
sábado, 16 de abril de 2011
A FILOSOFIA COMPLICADA OU A COMPLICAÇÃO DA FILOSOFIA
10 ANOS SEM O JOEY RAMONE!
terça-feira, 5 de abril de 2011
UM REI GAGO E O RÁDIO
No final de semana, fui assistir ao filme “O discurso do rei”, lançamento da última temporada. Com direção de Tom Hooper, o longa apresenta um roteiro original, que lhe rendeu prêmios da indústria cinematográfica, a exemplo daqueles arrebatados, na primeira quinzena de fevereiro, da British Academy of Film and Television on Arts – a BAFTA, que funciona como um indicador para o Oscar, que ocorreu em 27 do mesmo mês.
Já na entrega do Oscar, o mesmo foi laureado com quatro importantes estatuetas: melhor filme, roteiro original, ator e diretor. O prêmio de melhor ator foi justamente levado pelo ator britânico Colin Firth, que já havia levado também o BAFTA de melhor ator em 2010 e em 2011, consecutivamente.
Na pele de um rei inseguro e temeroso, diante da iminência de uma segunda guerra e da ascensão galopante do Nacional Socialismo, George VI assume a vaga de seu irmão Edward, que renuncia ao trono em 1936. Além de suas idiossincrasias e do fato de que substituiria um rei, não por motivo de morte ou de doença severa, ele tinha um agravante: uma gagueira acentuada.
Na busca incansável de tratamento, sua esposa recebe recomendações de um especialista, que, se descobre ao final do filme, nem médico titulado é. Esse especialista, brilhantemente vivido pelo ator australiano Geoffey Rush, passa a tratar diariamente o Rei, frequentando o palácio e tornando-se amigo pessoal de George VI pelo resto da vida.
Não obstante a atuação impecável de Colin Firth e a magnitude do performance de Geoffrey Rush, o longa revela um aspecto muito importante afeito à área da comunicação social, que é o advento da radiodifusão. Os momentos de tensão do filme estão, inexoravelmente, ligados à ansiedade que acomete o Rei, na expectativa de falar na rádio oficial da monarquia britânica, sobretudo no momento em que a Inglaterra entra na Segunda Guerra Mundial.
Parodiando Brecht, que era vivo ainda quando do florescimento da radiodifusão no mundo, “um homem que tem algo para dizer, e não encontra ouvintes, está em má situação. Mas está em pior situação ainda os ouvintes que não encontram quem tenha algo a lhes dizer”.
O Rei George VI histórico tinha o que dizer a seu povo, em uma demonstração de autocontrole, autossuperação e disciplina. Assistam ao filme. Vale a pena!
terça-feira, 29 de março de 2011
ANGELINA JOLIE E A PREOCUPAÇÃO COM OS REFUGIADOS
Desde 2001, a atriz norte-americana Angelina Jolie é ativista e Embaixadora da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas – ACNUR. Acabei entrando na página oficial do próprio ACNUR para checar as notícias mais recentes.
Temos alguém bem próximo a nós, no RS, que também é Embaixador da Boa Vontade do ACNUR, o cantor uruguaio Osvaldo Laport, que pouco espaço em espaço na mídia, sendo quase totalmente desconhecido dos gaúchos.
Ontem, dia 28 de março, 4 mil egípcios – que constituem a maioria dos refugiados da Líbia –, foram repatriados pelo governo provisório egípcio. A Tunísia já recebeu mais de 80 mil refugiados; parte deles está sendo trasladada para o Egito por aviões especialmente fretados pelo governo para a migração.
A recente migração forçada dos líbios acabou por retirar de cena o problema dos refugiados da Costa do Marfim, Oeste africano, que, desde novembro de 2010, têm se deslocado para a Libéria, fugindo de uma iminente guerra civil no país. A Libéria está à beira de um colapso, uma vez que já recebeu mais de 70 mil marfinenses.
Segundo a página da ACNUR na WEB (www.acnur.org), em Português, o Brasil possui 4,5 mil refugiados, sendo que desse total 64,5% são de origem africana. Na semana passada, o Ministério Público do RS promoveu um evento intitulado I Seminário de Proteção e Integração de Refugiados para celebrar os 60 anos da Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados de 1951, o 50º aniversário da Convenção para a Redução da Apatridia (1961) e os 150 anos do nascimento de Fridtjof Nansen, o primeiro Alto Comissário para refugiados da Liga das Nações - datas que estão sendo comemoradas pelo ACNUR em todo o mundo.
Residem hoje no RS 165 refugiados, em sua maioria colombianos e palestinos. Entrem na página da ACNUR na WEB e acompanhem a problemática dos refugiados do planeta. A solidariedade é a moeda corrente de todos os envolvidos com essa questão.
terça-feira, 22 de março de 2011
20 ANOS SEM HERBERT CARO
Herbert Moritz Caro foi um grande intelectual e tradutor. Nasceu na Alemanha, viveu em Berlim e de lá fugiu com sua esposa Nina, vindo parar em Porto Alegre, fugidos do nazismo, por conta de sua ascendência judaica.
Quando eu ainda trabalhava no saudoso Instituto Cultural Judaico Marc Chagall, em Porto Alegre, no ano de 1995, tive contato com algumas cartas que Herbert Caro trocou com ilustres personalidades que traduzia. O acervo do Instituto guardava parte de seu espólio.
No dia 1º de janeiro de 1995, o extinto ‘Caderno Mais’, da Folha de São Paulo, publicou uma reportagem escrita por mim, em um suplemento especial, sobre a relação de amizade entre Herbert Caro e Erico Verissimo, ambos tradutores da saudosa Livraria do Globo, nos anos 50, além de um estudo de algumas cartas, que faziam parte do espólio de Caro. A reportagem foi assinada por mim e pela Prof. Márcia Ivana de Lima e Silva, da UFRGS, à época doutoranda na PUC/RS e pesquisadora do Acervo Literário de Erico Verissimo, administrado pela essa instituição.
Também em 1995, a Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre resolveu publicar um livro em homenagem a Herbert Caro, um Caderno Porto & Vírgula, que havia falecido em Porto Alegre em 1991. Alguns escritores gaúchos, como Moacyr Scliar e Fernando Verissimo, enviaram-me as suas contribuições à publicação.Fui, então, a organizadora de tal volume.
Integrando os estudos publicados e as homenagens, o Museu Judaico, que pertencia ao Instituto Cultural Marc Chagall, inaugurou uma exposição fotodocumental sobre Herbert Caro, em outubro de 1995, intitulada “Um berlinense em Porto Alegre”.
Já em 2006, por ocasião da efeméride do centenário de nascimento de Herbert Caro, o Instituto Goethe organizou um colóquio em suas dependências. Os anais das comunicações e depoimentos estão compilados na Revista Contingentia, de maio de 2007.
Amanhã, dia 23, todos os que leram alguma tradução de Caro, como os livros de Thomas Mann ou de Elias Canetti, lembrar-se-ão de seus 20 anos de falecimento de câncer em Porto Alegre. Que viva para sempre na memória dos gaúchos que o acolheram e que suas traduções sejam eternizadas por seus novos leitores.
sábado, 12 de março de 2011
OS 200 ANOS DE MORTE DE KLEIST
Observei ainda em Frankfurt, início de minha viagem de férias pela Alemanha, o seguinte: na primeira livraria em que entrei, vi as obras do dramaturgo Heinrich von Kleist destacadas em uma bancada, por conta dos 200 anos de sua morte, ocorrida por suicídio, na beira do lago Kleiner Wannsee, em Berlim, em novembro de 1811.
Já em Berlim, li que o grupo teatral Maxim Gorki apresentará a montagem de todos os oito dramas de Kleist, ao longo de 2011. Seu diretor geral, Armin Petras, descreveu o dramaturgo como uma figura moderna, fragmentada. “Esse tipo de biografia despedaçada – que sempre começa algo de novo, fracassa e tenta a próxima coisa – é, de fato, algo que, de súbito, ganha uma nova virulência em nossa época” (fonte: Deutsche Welle).
A obra de restauro do túmulo de Kleist, que a prefeitura de Berlim vai administrar neste ano, expõe a trajetória do autor que cometeu suicídio em 21 de novembro de 1811, através de placas informativas que explicarão, por exemplo, o porquê da atual lápide. Em 1941, o governo nacional-socialista, em uma tentativa de instrumentalizar a vida e a obra de Kleist, substituiu o epitáfio original – “Ele viveu, cantou e sofreu / em tempos tristes e pesados, / procurou aqui a morte / e encontrou a imortalidade” – por uma citação de uma peça de Kleist, O príncipe de Homburg: “Agora, ó imortalidade, és toda minha”.
Iniciado o Ano Kleist, na Alemanha, penso que é uma ótima oportunidade de ler (ou reler) alguma peça desse dramaturgo. A que conheço – e recomendo - para encerrar minha crônica é “A marquesa de O”, além do brilhante ensaio “Sobre o teatro de marionetes”.
quarta-feira, 2 de março de 2011
BERLINALE
Caros leitores, estou de volta! Minha viagem foi excelente e muito estimulante, culturalmente. Estive em seis cidades alemãs e, especialmente, em Berlim, por ocasião do Festival de Cinema de Berlim, o “Berlinale”, em sua 61º edição: realização de sonho.
Um amigo nosso que faz doutorado em Sociologia na Universidade Livre de Berlim, o Airton Mueller, enfrentou uma fila enorme, dentro de um shopping, no qual estava montada a estrutura comercial do Berlinale. Estivemos na sessão do filme argentino “El Prêmio”, da diretora e roteirista Paula Markovitch, sobre os argentinos que não pactuavam com o regime militar e, por isso, eram obrigados a viver, clandestinamente, no litoral ou no meio rural.
O filme é delicado, sua fotografia é impecável e a trilha é condizente com seu ritmo lento! Alguns jovens alemães, que estavam sentados na fila logo atrás de nós, ficaram impacientes e se retiraram quando os créditos começaram a se movimentar. A maior parte da enorme plateia do teatro permaneceu em seus assentos e aplaudiu a produção, que estava participando da competição oficial.
Não consegui assistir ao novo documentário de Werner Herzog, “Cave of the Forgotten Dreams”, em 3D, nem ao último filme de Wim Wenders, “Pina”, em 3D, sobre sua amiga falecida, a famosa coreógrafa Pina Bausch, que esteve em Porto Alegre em um “Porto Alegre em Cena”.
O “Berlinale Palast”, o palácio do festival, lembrou-me o de Gramado: cheio de luzes, tapete vermelho e tietagem. A diferença é que o frio em Berlim estava pegando, quando lá chegamos em 10 de fevereiro, primeiro dia do festival.
Tanto na abertura oficial, quanto na noite de premiação, o diretor do Festival colocou uma cadeira vazia para chamar a atenção do mundo para a ausência de um dos membros do júri, Jafar Panahi, diretor iraniano de prestígio no Ocidente, preso no Irã por força de sanções contra a sua cinematografia.
Curiosamente, o ‘urso de ouro’ do Berlinale foi outorgado a um filme iraniano, do diretor Asghar Farhadi. Na próxima coluna, comentarei os prêmios da edição do Oscar 2011.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
O NOSSO SCLIAR SE FOI...
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
HAMBURG
Amanha iremos para Colonia Um beijo a todos!
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Hoje fomos visitar nosso ultimo museu: o GemaldeGalerie, um museu apenas de telas a oleo.
Vi oito telas do Durer, que eu aprecio demais e uma colecao de italianos renascentistas bem significativa.
O Rafael foi para a Universidade Livre de Berlim. Ele foi conversar com um figurao da area de Historia. Estou aqui no Hostel, fayendo tempo, porque esta muito frio na rua. Fay zero grau agora, 14h. Imaginem mais tarde!
Temos um encontro com o Airton e a Mabel mais tarde, para nos despedirmos deles.
Amanha, iremos para Hamburg, para conhecer a cidade e visitar um primo do Rafael.
Grande abraco a todos! Estamos adorando e nos divertindo muito!